Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica - Regional São Paulo

Doença do implante de silicone: ciência versus mito?

Um estudo publicado em junho no periódico Plastic and Reconstructive Surgery, de autoria do editor Dr. Rod Rorich, apresenta o estado atual das evidências científicas relacionadas à segurança dos implantes mamários de silicone.

Atualmente, existem evidências consistentes para apoiar a segurança dos implantes mamários de silicone e cabe à paciente, em última análise, a decisão de colocar, manter ou remover os implantes mamários. Se uma paciente optar pela remoção, é importante encontrar um cirurgião plástico com experiência comprovada.

Os estudos em andamento são fortemente encorajados em todas as áreas, desde a detecção do câncer até a doença autoimune. São notáveis os esforços feitos para melhorar a segurança de pacientes, incluindo a sua conscientização e educação acerca de questões médicas e de saúde.

Até o momento, o conhecimento científico da especialidade indica que não há estudos concretos ou baseados em evidências ou dados revisados por pares sobre a formação de uma nova síndrome: “doença de implante de silicone”.

Os implantes mamários de silicone são usados em quase 300.000 cirurgias de aumento de mama e 100.000 operações de reconstrução de mama anualmente nos Estados Unidos. Os implantes preenchidos com gel de silicone foram aprovados pela Food and Drug Administration (FDA), em 1962. Desde então, poucos dispositivos médicos foram estudados de perto para a sua segurança e seus efeitos adversos associados.

Apesar das múltiplas gerações de superfícies/texturas de implantes e gel de preenchimento, os componentes básicos permanecem como originalmente projetados.

Leia mais aqui:
https://journals.lww.com/plasreconsurg/Fulltext/2019/07000/Silicone_Implant_Illness__Science_versus_Myth_.22.aspx